O Natal e a Civilização
O Natal é altura de relembrarmos um acontecimento histórico muito importante, que proporciona uma boa reflexão daquilo que é absolutamente essencial à civilização como a conhecemos. Estou a falar, obviamente, do censo de Quirínio. De acordo com a Biblia, todos os habitantes da Judeia tiveram de regressar às suas terras de origem a fim de darem o nome para efeitos de cobrança de impostos. A mitologia do nascimento de uma divindidade que é celebrado por parte da população portuguesa e um pouco por todo o mundo começa com uma descrição da necessidade do Império Romano organizar a sua gestão.
Se a cobrança de impostos é uma das ferramentas fulcrais do exercício do poder, o censo da população é uma ferramenta indispensável para uma governação eficiente. Sem saber qual o estado da natalidade e mortalidade, saúde, emprego, capacidade instalada agrícola e industrial, do estado financeiro em termos de empréstimo e endividamento, migração humana e outros, não seria possível governar.
Por isso, aproveito para partilhar os mais recentes dados do Recenseamento Agrícola, que nos revela dados curiosos sobre a evolução do panorama agrícola nacional no decénio 1999-2009. É o presente do Banqueiro Anarquista a todos os que teimam em fugir dos números, infamemente apelidados de frios e desumanos. Viver em sociedade passa pela responsabilidade de a conhecer.
Votos de Boas Estatísticas.
Se a cobrança de impostos é uma das ferramentas fulcrais do exercício do poder, o censo da população é uma ferramenta indispensável para uma governação eficiente. Sem saber qual o estado da natalidade e mortalidade, saúde, emprego, capacidade instalada agrícola e industrial, do estado financeiro em termos de empréstimo e endividamento, migração humana e outros, não seria possível governar.
Por isso, aproveito para partilhar os mais recentes dados do Recenseamento Agrícola, que nos revela dados curiosos sobre a evolução do panorama agrícola nacional no decénio 1999-2009. É o presente do Banqueiro Anarquista a todos os que teimam em fugir dos números, infamemente apelidados de frios e desumanos. Viver em sociedade passa pela responsabilidade de a conhecer.
Votos de Boas Estatísticas.
1 comentários:
Viver em sociedade passa pela responsabilidade de a conhecer.
já não há anarquistas que prestem
um anarquista estatístico
em vez de bombas
atira estatísticas para cobrar uns sesterciozitos
seu anarco-sindicalista do INE
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